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Ato heroico

García por muito tempo fugiu do futuro. Fugiu das serras, do cheiro de bosta de vaca, dos montes preto de gente. Correu para os centros nebulosos, de fumaça opaca e encardida de pessoas vazias. García largou tua terra pequena, cujo Brasil nem sabe que existe em busca de um sonho fajuto e capitalista. Deixou joana grávida e com três pestes grudadas na saia. Ele não sabe que joana e os bicho de goiaba morreram tudo de desgraça.
Em dois anos, o grande centro o engoliu. García nunca vestiu o terno preto nem calçou o sapato esnobe. Em três meses dormiu numa cama de papel e cheirou pimenta ardida. Pegou AIDS comendo uma puta. Não que todas as putas sejam aidéticas, mas ele teve o desprazer de se deitar com uma doente. Se viciou na coca e cola. García se perdeu. Se arrependeu de ter deixado joana, os filhos, as serras. Sentiu por tempos saudades do cheiro da bosta de vaca e dos montes de gente. Morreu indigente, queimado por um segurança heroi, enquanto procurava um lugar para se aconchegar. 
Seu nome fictício é García, dum estrangeirismo que não combina muito bem com teu nariz de nordestino. 
Talvez questiones agora, confuso, num profundo estado estático de coma inerte: O que eu tenho a ver com isso?

Alegoria dos significantes

Angela Batista, 19. Tenho todos os anos do mundo, ao qual não sinto necessidade de revelar. Aprecio sorrir para um gato na rua, molhar-me junto com meus cadernos na chuva, rir quando é para chorar e sofrer quando tenho que sofrer. A arbitrariedade da vida me fascina, assim como o cheiro dos pés de laranjeiras. Sem rodeios, sem discurso poético, seja bem vindo, as minhas alegorias.

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