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relato de uma esquina qualquer

Um dia, fomos nós. Ontem, o tudo foi nosso. Nosso café, nossa cama, nossa roupa, nosso sofá.
Um dia, eu era a sua garotinha, a sua pequena. O seu amor. Um dia, você foi tudo o que eu nunca tive antes, agora você é tudo o que eu não tenho.
Fico a observar as fotos do passado, nossos sorrisos, o balanço do final de semana, o arco-íris que abraçava as montanhas, as torres coloridas de sorvete, as garrafas vazias de cerveja em cima da mesa, o beijo apaixonado debaixo da chuva. Uns meses atrás isso tudo foi meu, e eu, fui sua. Eu chorei, por dias longos e torturantes a sua partida. Chorei por todos os minutos que eu imaginava você do meu lado. Gritei por aquele suéter que avistei, quando imaginei você dentro dele. Rasguei meu peito quando frequentava, todos os dias, os lugares que costumávamos ir, para iludir-me com a ideia de que a qualquer momento você voltaria ali para me encontrar. Mas você não voltou.
Hoje, termino de digitar essa história que permeou a minha mente, quando avistei uma pessoa semelhante à da história narrada que me fez relembrar o momento doce que eu tive por um instante em minha vida. Foi tudo o que eu nunca tive de melhor antes. Durou muito menos que o tempo de vida de uma borboleta, mas o sabor do amor que eu senti foi inesgotável. Não sei se existe alguém que se identificou com o relato, se ainda existe amor nesta era. Se ainda existe o romantismo no olhar. Se alguém o encontrar, aproveite-o, porque não existe nada mais doce que o "nós".

Alegoria dos significantes

Angela Batista, 19. Tenho todos os anos do mundo, ao qual não sinto necessidade de revelar. Aprecio sorrir para um gato na rua, molhar-me junto com meus cadernos na chuva, rir quando é para chorar e sofrer quando tenho que sofrer. A arbitrariedade da vida me fascina, assim como o cheiro dos pés de laranjeiras. Sem rodeios, sem discurso poético, seja bem vindo, as minhas alegorias.

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