<body><script type="text/javascript"> function setAttributeOnload(object, attribute, val) { if(window.addEventListener) { window.addEventListener('load', function(){ object[attribute] = val; }, false); } else { window.attachEvent('onload', function(){ object[attribute] = val; }); } } </script> <div id="navbar-iframe-container"></div> <script type="text/javascript" src="https://apis.google.com/js/platform.js"></script> <script type="text/javascript"> gapi.load("gapi.iframes:gapi.iframes.style.bubble", function() { if (gapi.iframes && gapi.iframes.getContext) { gapi.iframes.getContext().openChild({ url: 'https://www.blogger.com/navbar/2764494993602871782?origin\x3dhttp://alegoriadossignificantes.blogspot.com', where: document.getElementById("navbar-iframe-container"), id: "navbar-iframe" }); } }); </script>

Ócio tão bom quanto uma camisa velha

Levantei-me da cama eufórica. Sorridente.
Senti pela primeira vez o frescor do vento batendo em minhas costas, sem que o peso de minhas desgraças me privasse de poder correr pela rua. Sim. Pela primeira vez, depois de tantos dias, como se eu mantivesse minha cabeça dentro de uma sacola negra, eu pude respirar novamente a liberdade fantasiosa que privei-me por muito tempo, para poder assumir minhas responsabilidades acadêmicas.
Hoje levantei cantando como um pardal depois da chuva. Preparei um café da manhã especial parecido com aqueles, que os amantes namorados realizam quando completam alguns meses de sei lá o que. Ah... como é indescritível esse sabor. Um chá quente com torradas libertinas... Era tudo o que eu queria...
Sei lá. Não sei mesmo. Mas creio que esses ares burgueses durarão pouco. Eu sinto que quando esse momento chegar, o vento fresco de inverno passará longe de mim, porque daqui uns meses, tudo começará de novo. Ainda bem que já comprei uns bons frascos de dipirona.

Alegoria dos significantes

Angela Batista, 19. Tenho todos os anos do mundo, ao qual não sinto necessidade de revelar. Aprecio sorrir para um gato na rua, molhar-me junto com meus cadernos na chuva, rir quando é para chorar e sofrer quando tenho que sofrer. A arbitrariedade da vida me fascina, assim como o cheiro dos pés de laranjeiras. Sem rodeios, sem discurso poético, seja bem vindo, as minhas alegorias.

Relacionados

links go here.
Facebook

Caixa alegórica - posts

maio 2011, fevereiro 2012, outubro 2012, novembro 2012, dezembro 2012, janeiro 2013, fevereiro 2013, março 2013, abril 2013, maio 2013, junho 2013, julho 2013, setembro 2013, outubro 2013,