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Bang Bang

Na minha mente passa um filme de amor que nunca mais se repetirá em cinema algum, porque fiz o favor de rebobinar aquela fita antiga, que estava guardada em um cômodo qualquer, de um coração qualquer. Sentimentalista dos românticos arqueiros, flechei com uma brasa quente o meu próprio peito, para curar as artérias e cessar o sangue que um dia juramos que dele, nasceria nossa flor pura.
Deus, o que fazer do homem quando percebe que tudo o que ele jurou, com os seus olhos amendoados, era uma pequena brincadeira de criança? Lembro-me de  uma noite, em que sonhávamos planejando o dia de amanhã. Qual roupa vestir, qual escova usar, que batom passar. E nós dois, dois pássaros amarelos, voamos pelo infinito do sentimentalismo, onde duas pedras ocas, se encheram da vida realmente humana...
É bom lembrar das peripécias amorosas da nossa pequena peça teatral vital. É bom lembrar que um dia, essa pedra mucosa já respirou ares de Paris. O que me conforma, são os tombos da sarjeta após o bar, mas essas danças alcoólicas não são pra você e nem por você. São para mim, lembrar, que um dia, um dia desses ensolarados de verão, meu coração já foi de alguém.

Alegoria dos significantes

Angela Batista, 19. Tenho todos os anos do mundo, ao qual não sinto necessidade de revelar. Aprecio sorrir para um gato na rua, molhar-me junto com meus cadernos na chuva, rir quando é para chorar e sofrer quando tenho que sofrer. A arbitrariedade da vida me fascina, assim como o cheiro dos pés de laranjeiras. Sem rodeios, sem discurso poético, seja bem vindo, as minhas alegorias.

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