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Se eu tivesse um peixinho, o abraçaria como o mar. Cantaria para ele como quem serenata os passarinhos. Esquentaria a cama para não morrer de frio. Faria café bem cedinho, para acordá-lo com o cheiro de vida.
Se eu tivesse um peixinho, lhe daria um aquário do tamanho do nada, já que o nada equivale a tudo, e o tudo, também pode se proporcionar ao nada. 
Se eu tivesse um peixinho, sussurraria em seu ouvidinho, coisas que carrego no peito, aos quais fico vermelha ao cogitar a ideia de exteriorizar sobre o frio que dá em minha barriga. Se eu tivesse um peixinho o acordaria com um beijo de bom dia. Passaria o m(s)eu  xadrez favorito, só para mostrar a vizinhança que possuo o animalzinho mais belo. O que é o belo para você? Para mim,  a resposta seria o meu platônico peixinho, que deve estar a procura, do aquário que tenho preparado desde o momento em que a vida me fez despencar da mais alta arvore do campo. 

Alegoria dos significantes

Angela Batista, 19. Tenho todos os anos do mundo, ao qual não sinto necessidade de revelar. Aprecio sorrir para um gato na rua, molhar-me junto com meus cadernos na chuva, rir quando é para chorar e sofrer quando tenho que sofrer. A arbitrariedade da vida me fascina, assim como o cheiro dos pés de laranjeiras. Sem rodeios, sem discurso poético, seja bem vindo, as minhas alegorias.

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