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O mofo das flores

Meu único medo é não conseguir cumprir com meus compromissos
De deixar o vaso de flores secar
De não recolher as correspondências antes da chuva
Ou de permanecer na calada da noite calada.

Meu único medo é não ter um sorriso para mim
De não colher um abraço quente na noite torrencial
De não retirar de cima da cama os vestígios de tua presença
Ou de observar pela janelas várias mãos cruzadas, enquanto a minha
Permanece ao vento

Meu único medo é ter medo de um dia
Não muito distante, nem muito próximo, não achar as pegadas que procuro.
De me perder no vazio do tempo
De dormir todas as madrugadas nesta cama vazia
Ou de passar calor nesse solitário buraco que é viver.

Meu único medo se define
Em pensar que daqui uns dias,
Quem eu pensei que era meu, não me pertence
E que logo, ou até mesmo agora,
Já deve estar em outros braços, nos quais não são os meus.





Alegoria dos significantes

Angela Batista, 19. Tenho todos os anos do mundo, ao qual não sinto necessidade de revelar. Aprecio sorrir para um gato na rua, molhar-me junto com meus cadernos na chuva, rir quando é para chorar e sofrer quando tenho que sofrer. A arbitrariedade da vida me fascina, assim como o cheiro dos pés de laranjeiras. Sem rodeios, sem discurso poético, seja bem vindo, as minhas alegorias.

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