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(des)graça humana

Meu Deus, estou me apaixonando, e não sei se isso é bom. Quando paro para pensar em meu coração, que balanças quando enxerga teu rosto de longe, eu tenho medo. Medo de sentir o que eu sinto. Medo de cair na realidade. Meu Deus, estou me apaixonando e tenho medo disso. Tenho medo de não saber se alguém já sentiu o que eu sinto, se já cheirou o que eu cheirei. Se já gritou o meu grito. Se já chorou o meu discurso.
Meu Deus, estou apaixonada pelo demônio, mas é o (meu) demônio que corrói o meu vestido, o meu batom, os meus sapatos. Estou apaixonada pelo homem que me faz sentir o desespero da gritaria desse sentimento absurdamente humano. Deus, isso é errado. Não, isso é incerto. Mas isso me deixa feliz, mesmo que no campo da incerteza não surta nem uma rosa. Talvez nasça algum broto. Talvez eu continue nessa estrada, para saber onde termina o horizonte, mas enfim.
Deus meu, eu me apaixonei.

Alegoria dos significantes

Angela Batista, 19. Tenho todos os anos do mundo, ao qual não sinto necessidade de revelar. Aprecio sorrir para um gato na rua, molhar-me junto com meus cadernos na chuva, rir quando é para chorar e sofrer quando tenho que sofrer. A arbitrariedade da vida me fascina, assim como o cheiro dos pés de laranjeiras. Sem rodeios, sem discurso poético, seja bem vindo, as minhas alegorias.

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