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Ouvir olvides Ovídio la metamorfose humana

A gente gasta tempo demais no tempo perdido, no amor já morto, no sofrimento que nao arde mais.
Estamos sempre buscando uma maneira para reclamar da vida, dos sonhos incompletos, das desilusões, no que já passou e no que está para vir, em quem nos perturbou e continua a nos perturbar. A vida com essas atitudes, não passa de um café frio numa noite fria. sorrir dos próprios problemas é aprender com a vida. É aprender que estamos em plena metamorfose. No começo, a dor é inquietante, gritante, ardente, mas logo após o recolhimento toma conta. E é ali que nos transformamos em seres melhores, que viveu as desgraças do mundo, e que hoje vê isso como um aprendizado. E mais tarde, vem o momento mais importante do processo: quando sorrimos de tudo o que foi escrito em nossa vida, e sem pensar duas vezes, queimamos as páginas ruins, para escrever um capítulo novo. É nesse momento em que viramos borboletas.

Alegoria dos significantes

Angela Batista, 19. Tenho todos os anos do mundo, ao qual não sinto necessidade de revelar. Aprecio sorrir para um gato na rua, molhar-me junto com meus cadernos na chuva, rir quando é para chorar e sofrer quando tenho que sofrer. A arbitrariedade da vida me fascina, assim como o cheiro dos pés de laranjeiras. Sem rodeios, sem discurso poético, seja bem vindo, as minhas alegorias.

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